- Sexo com vontade ou com amorzinho? - sempre perguntava ela.
E era isso, ou uma ou outra, jamais as duas. Claro que um dia, um dia que devia fazer sol e ventar (como nos mais belos dias de Fortaleza), ela acreditou. Acreditou em amor verdadeiro, em primeira vez com alguém ideal, com preliminares cheias de vergonha e de carinho. Do lado dela, claro. Mas a vida passa e as pessoas acabam aprendendo... Aprendem que o amor é raro, que relacionamentos são trabalhosos e custam caro, e que noites anônimas acabam sendo bem mais em conta.
Afinal, colocando tudo na balança, de que adianta esperar tanto para sofrer depois? Assim, casual, é melhor. Um dia, quem sabe, dá certo. Enquanto este dia de sol e vento não chega... É, ela experimenta.

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Deixando claro que este é um post fictício, e embora eu ache até engraçado, por favor, não comentem tentando me fazer acreditar no amor. Eu acredito. É por isso que assisto Oprah todo dia.

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25 anos. Mora no Rio de Janeiro, é carioca de alma, mas cearense de coração. É designer e está tentando se encontrar nesse mundo. Sou casada com meu melhor amigo, o Marcelo Bernardo, e mãe da Dindi the Boston.

Gosto de ler, de dormir de rede, de inspirações repentinas e de petit gateau. Mas o mundo seria muito melhor sem aliche gente que fura fila. Ah, e de vez em quando eu desenho.

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