Rio: Bar Luiz

Posso dar uma dica rapidinha do Rio mega atrasada? Hahahah. Estava organizando meus arquivos e não achei somente a foto, como uma ilustração, e aí né, como não postar?



Da última vez que estivemos no Rio, em um dos passeios que meu pai de uma forma ou outra me obriga a fazer, fomos ao Bar Luiz. E olha, não é sempre que esses programas são bons assim, mas dessa vez foi, e muito. O Bar Luiz é um dos bares antiguíssimos cariocas, e tem algo haver com a serpentina do chopp - acho que ela é de cobre? - que faz com que esse seja o mais especial do Rio - diz meu pai. Uma curiosidade é que o nome do bar era Bar Adolph, mas por motivos de nazismo teve que dar uma abrasileirada no nome para se manter aberto durante a guerra.




Mas mesmo sem a serpentina mágica, a comida alemã que ele oferece é incrível. Uma mágica feita de porco, salsichões e chucrute. E a melhor salada de batata do Rio de Janeiro. Bom, não provei muitas saladas de batata no Rio, mas posso dizer que foi a melhor salada de batata que já comi na minha vida.



O Bar Luiz fica na R. da Carioca, n. 39 - Centro.



Goodie #3: Ícones Social Media para Redes Sociais

Esses dias eu estava trabalhando num layout e uma das coisas que a menina me pediu foi que o bendito tivesse os famosos íconezinhos para botar as informações das redes sociais. Acabei procurando uns e dando um jeito no photoshop, mas fiquei na cabeça que ia fazer um especial. E fazendo um especial, era lógico que eu precisava compartilhar com vocês, né?



Fiquei com dúvida nas cores e fiz dois modelos: um bem colorido de aquarela e outro mais ~clean~.
E dos clean, mais algumas versões de cores também, moderninhas e bonitinhas, que eu acho que vão combinar com praticamente todos os layouts :) Se tiverem outras cores que vocês queiram muito, me falem, que eu vejo se faço!



Por favor, se vocês usarem, deixem aqui nos comentários o link do blog! E também não esqueça de deixar os créditos - eu agradeço, muito!


# TGIF



Durante um extenso período da minha vida eu olhei com um certo desprezo para aquelas pessoas que passavam a vida inteira clamando pelo fim de semana. A verdade era que eu, uma estudante, levava uma vida mole e divertida (que na época, naturalmente, me parecia árdua e freqüentemente injusta). Veja bem, passava a semana na escola, sim, mas com minhas amigas, ficando até mais tarde para ver o treino dos meninos do vôlei, conversando por papel, rindo, e fazendo coisas sem sentido que toda adolescente faz. Aí entrei na faculdade, federal, e passei a controlar meus finais de semana e feriado espontâneos no meio da semana.

Dias de chuva viraram feriados para mim, que simplesmente me recusava a perder uma hora dentro de um ônibus (fora o tempo da espera) para chegar no Campus do Pici e dar de cara com uma sala vazia porque o professor teve a mesma idéia que eu - de ficar em casa, alugar um filme, fazer brigadeiro de panela e comer sem culpa. Não me orgulho de dizer que minhas faltas eram freqüentes, mas eram. Não me arrependo.

Até que, um dia, dei por mim e tinha virado adulta, pagando impostos. E minha vida de adulta transformou os raros dias úteis em casa em dias de resolver coisas e ir ao banco, minhas noites antes tão produtivas em momentos para cozinhar e preparar meu almoço do dia seguinte, e o dia-a-dia trabalhador uma tarefa tão maçante quanto eu sempre desconfiei que fosse quando era mais nova.

E foi nesse momento que comecei a marcar as datas dos feriados do ano inteiro no calendário, e literalmente contar os dias para a sua chegada. Não é que eu não goste de trabalhar, o contrário disso, mas é que há um gosto tão delicioso em saber que um dia a mais de folga se aproxima, um dia de folga maravilhoso que você nem ninguém vai trabalhar, e que mesmo assim você vai receber o seu dinheiro, e são mais 24h para descansar e respirar e viver.

Eu gostaria de voltar com o meu discurso tão bem ensaiado que todos os dias são importantes, são lindos e recheados de amor, que as terças conseguem ser especiais. Elas até conseguem, mas não invalidam a maravilha que é uma sexta. Uma sexta. A precursora dos dois dias mais lindos da semana, praticamente feriados fixos, cheios de amor e luz estrela e luar. Porque os sábados são corridos, passam voando, e a gente tem salão para ir, tem coisas para comprar, e finalmente pode acordar tarde e vegetar, se quiser. E os domingos passam felizmente se arrastando, com brigadeiro de panela (para quem pode). Porque as segundas são insuportáveis, mas pelo menos tem reprise de Guerra dos Tronos. As terças são um saco, porque além de tudo, Marcelo Bernardo dá aulas a noite e não vem para cá. As quartas começam com uma disposição mais feliz,  o meio da semana chegou! Amanhã já é quinta! E vem a quinta, com aquele estigma de dia abençoado só por ser o mais pertinho da… Sexta.

Graças a Deus que hoje é sexta.

(e melhor ainda, graças a Deus que quinta que vem é feriado!)
(e não obstante, em junho vamos ter DOIS feriados por causa da Copa das Confederações! De repente, sou grata ao futebol)

(e em julho eu entro de férias!)

A Problemática do Peixe

Ilustração de Charley Harper
Eu sou a pessoa mais alérgica que eu conheço. E isso parece pouco, mas eu sou a pessoa mais alérgica que minha alergologista conhece também. E olha que ela atende muita gente. As banais eu sempre tive: poeira e ácaros, passando por mofo. A mínima exposição perto de uma pluma com mofo já faz com que meu nariz inche, meus olhos ardam e minha garganta coce, e, quando em crise, lá vem a asma. Picada de mosquito coça durante uma semana. Passei todos os anos da minha vida convivendo com isso, mas depois de velha, comecei a desenvolver umas alergias ainda mais estranhas. Calor me dá alergia atrás das pernas (?), e olha só, mussarela de búfala me dá falta de ar.

Eu sempre tive esse medo, esse pressentimento me rondando como uma nuvem: a alergia à frutos do mar. Porque, veja bem, eu sou nascida e criada em Fortaleza, na beira da praia, e aqui é mais comum comer camarão do que, por exemplo, carne de porco. E cara, eu amo camarão. Minha mãe faz uma receita simplérrima de camarão com um molho meio rosé que me faz chorar de tão bom. E um dia, fiz um risoto de camarão que faltei chorar. E não tão frequente, mas também uma realidade, as lagostas que meu pai prepara. Tão perfumadas, nada borrachudas, imersas num molho de queijo, com muita salsinha por cima, gratinados no forno. Ah.

Até que um dia eu descobri que tinha virado alérgica a camarão.
Meu mundo caiu.

Desde então, para poupar minha dor, evitamos sempre restaurantes típicos daqui, especializados em frutos do mar, porque eu não gosto de peixe. Aliás, eu gosto, mas de peixes muito específicos, daqueles que não tem gosto forte de peixe. Pode parecer loucura (até porque um peixe não pode ter outro gosto senão de... peixe), mas eu vou explicar: gosto de sentir o gosto do limão, do tempero, do vinho, do grelhado, do assadinho, mas não do gosto forte de mar. E é muito difícil achar um peixe assim, à toa. Muito mesmo. Então é melhor ficar nas massas, nos filés, e nos sushis (porque eu acho que sushi não tem gosto de peixe, tem gosto de sushi) (não me julguem).

Viajei com Marcelo Bernardo na Semana Santa, e fomos para a praia. Chegando na praia, não tive escolhas senão comer... peixe. Porque é absurdamente incoerente pedir carne, ou FRANGO, na beira do mar. Não vendo aqueles pescadores trazendo seus peixes gigantes nas jangadas. Não.

Só que na hora de pedir, meu coração se contorcia de dor ao olhar o cardápio. Pois, lembrando, eu amo, amo muito!, camarão. E sempre me deparava com as seguintes opções:





Tudo bem, esse cardápio é de um restaurante de Fortaleza, numa realidade completamente diferente de um restaurantezinho no litoral, mas dá pra entender. E aí vinha o peixe: peixe grelhado, peixe com alcaparras, peixada. Quando o lugar é muito, muito criativo, rola um peixe a delícia com bananas, ou um peixe com molho de camarão (ou seja).

Não estou brincando, olhem só a seção de peixes do mesmo lugar, que é um restaurante especializado em frutos do mar:



Eu vivo num mundo em que um peixe não pode ver um molho mais elaborado, senão entra em combustão? Em que é impossível empanar, flambar ou gratinar um sirigado? Ou os pescadores também estão cultivando um campo de alcaparras, e só vendem o pacote? Quão difícil pode ser imaginar um molho para um peixe que não seja de camarão, ou então a bom e velho caldo da peixada?

Eu, como uma impossibilitada de comer camarões e suas respectivas receitas cheias de criatividade, sou obrigada a me contentar com um peixinho grelhado com arroz branco. Todos os dias da semana santa, oscilando apenas entre a presença das alcaparras ou não. E muitíssimo chateada ao ver outros pratos que fariam minhas papilas gustativas dispararem, o Ratatuille soltar fogos. Porque não é que um peixe grelhado com alcaparras seja ruim, longe disso (especialmente se ele for bem temperado), mas é que ele seria tão melhor flambado. Empanado com coco. Servido num molho com queijo. Gratinado! Acompanhado de um risoto!

Vamos dar um tempinho pras alcaparras!
É pedir muito?



PS.: Fica aqui minha indignação pelo Murano Grill, que além de ter tirado o meu peito de peru (amor verdadeiro, amor eterno), também tirou o peixe mais criativo que já comi: com molho de frutas da estação e arroz negro! Murano, por que você faz isso comigo?!

Apreciação ao Paul McCartney em Fortaleza (e setlist)


Eu queria ser Anna Vitória e conseguir descrever as músicas que quero ouvir, ou o sentimento de this is happening, e o melhor, os posts emocionados que ela sempre escreve depois de shows. Eu queria saber contar como estou aguardando esse dia desde que os rumores começaram, do pavor que pareceu tomar conta de mim com a demora para a oficialização do evento (como assim, estamos em Março e o show não foi anunciado? Vai mesmo ter?), do pavor irreal de acabarem os ingressos e eu ficar sem ir ou na pior cadeira, e dos incontáveis pesadelos que tive com mil e um empecilhos que meu inconsciente ansioso cismava em inventar. Sério. O pior de todos foi o sonho que eu não conseguia vestir nenhuma roupa para ir, porque do momento em que eu tirava do cabide ela virava pó nas minhas mãos.

Nesse dia eu fui pro show de short e sutiã.

Mas o fato é que o dia chegou, e o post-it que está grudado do meu computador do trabalho contando os dias finalmente zerou. É amanhã! É amanhã! É amanhã que vou ver meu beatle preferido, esse lindo, essa lenda, esse show que com certeza vai ser um dos melhores da minha vida. E não sei nem dizer que músicas quero que ele toque, sei lá, tanto faz, o que vier é tanto lucro que eu nem sei.

Encontrei a setlist e não sei o que me faz sofrer mais, se são as músicas (trinta.e.oito.músicas), ou se são essas fotos que perdi meu tempo enlouquecendo no Pinterest ao procurar.





Não agüento essa sessão de fotos


Setlist Out There

1. Eight Days a Week
2. Junior's Farm
3. All My Loving
4. Listen to What the Man Said
5. Let Me Roll It
6. Paperback Writer
7. My Valentine
8. Nineteen Hundred and Eighty-Five
9. The Long and Winding Road
10. Maybe I'm Amazed
11. Hope of Deliverance
12. We Can Work it Out
13. Another Day
14. And I Love Her
15. Blackbird
16. Here Today
17. Your Mother Should Know
18. Lady Madonna
19. All Together Now
20. Mrs. Vandebilt
21. Eleanor Rigby
22. Being for the Benefit of Mr. Kite!
23. Something
24. Ob-La-Di, Ob-La-Da
25. Band on the Run
26. Hi, hi, hi
27. Back in the U.S.S.R.
28. Let it Be
29. Live and Let Die
30. Hey Jude

Bis 1 -
31. Day Tripper
32. Lovely Rita
33. Get Back

Bis 2 -
34. Yesterday
35. Helter Skelter
36. Golden Slumbers
37. Carry That Weight
38. The End

Até amanhã, sir Paul.

A Day in the Life - 4 de Maio de 2013



O dia amanheceu meio nublado para Fortaleza, e eu acordei perto das nove horas. Existe um sentimento incrível em poder desligar o despertador e voltar a dormir: não, hoje eu não vou trabalhar. E quero curtir minha cama. Olhei para a Dindi e ela me olhou de volta, e estava estabelecido o nosso código de programação dos sábados de manhã - o aconchego imediato. Ela veio se espreguiçando dos meus pés até o meu colo, e ficamos brincando, rolando, e aproveitando a falta do que fazer. Alternávamos o chamego com cochilos, e cócegas com mais beijos. Aí, lá para as dez da manhã, criamos coragem para levantar.


Tenho uma festa de 15 anos para ir, foi o que eu pensei, e logo em seguida meus pensamentos de voltando para: tem queijo prato para botar no café. Ok. É tradição praticamente milenar da família Coelho Coutinho, e é sempre seguida de uma confusão meio incrédula, mas quando vencida, é uma iguaria. Café com leite e… queijo dentro. Queijo! O pão vai na chapa com manteiga, e a cada gole do café, o queijo derretido vem, acompanhando com uma mordida do pão quentinho. Meu segundo café da manhã favorito da vida inteira (o primeiro, vocês já sabem). Comentei que se me oferecessem passar a vida tomando café no Hotel Fasano ou no Copacabana Palace eu preferiria meu capuccino de leite ninho e ovomaltine com queijo dentro. É assim: umas três ou quatro colheres de chá de leite ninho, duas de chá de ovomaltine, uma de nescafé e açúcar a gosto. Juro! Fica incrível. E depois de pronto, o queijo dentro. Queria muito dizer aqui que na verdade estou usando leite desnatado, cacau orgânico em pó e adoçante, acompanhado de cottage e pão 7 grãos, mas é tudo gordo mesmo, desculpa, @mutantepsico.

Meu pai falou que trocaria um mindinho por essa regalia, facinho. Cadê as pessoas que negociam esse tipo de coisa? Um mindinho por uma vida inteira tomando café da manhã no Copacabana Palace. Acho justo.

Terminado o café, ficamos papeando, eu, minha mãe e meu pai. Dindi brincou correndo de um lado para o outro. Tomei um banho, me vesti, e eu e minha mãe fomos atrás de material para fazer um espelho pro banheiro da casa de praia, lá na Barra-Nova #familiacraft A idéia é fazer uma moldura de mosaico para o espelho. Depois de procurar por lugares que vendessem cacos de cerâmica, acabamos enrolando o propósito do mosaico e compramos pastilhas mesmo. Tudo comprado, tudo lindo, no calor escaldante de um dia que tinha proposta de ser chuvoso, pegamos Marcelo Bernardo e seguimos para almoçar no João do Bacalhau.

Look Matinal
1. Blusa Zara | 2. Colar eBay | 3. Bolsa eBay | 4. Perfume Daisy by Marc Jacobs
5. Short Jeans DYI | 6. Sandálias Monsenhor Tabosa | 7. Cinto de oncinha C&A


Quem nunca comprou um cupom dos Baratos Coletivos da vida e esqueceu? Era o último dia de gastar o cupom promissor de bolinhos de bacalhau, um prato de bacalhau para três pessoas acompanhados de arroz de brócolis e salada. Não sei se pela coletividade da coisa o prato veio sem graça, mas veio. E a salada era alface com cebola cortada em cima. Então, né?

Dindi daora a vida na Praça

Direto do almoço, pegamos a Dindi em casa e fomos para um projeto chamado Cão na Praça, que estava acontecendo na Praça das Flores perto do Hospital Militar de Fortaleza. Tinha um monte de cachorros fazendo a social, e me encantei com o fato que 1. todos estavam muito educados, cumprimentando uns aos outros, e só vi uns dois cachorros rosnando 2. Dindi é muito educada e sociável e 3. todo mundo acha que ela é um Buldogue Francês.

Continuando com a programação: conversamos com várias pessoas e, o mais importante, pegamos contato de alguns adestradores. Porque essa Dindistruição vai precisar, porque nunca vi coisa mais danada e rebelde. Voltamos cansados e desmaiamos na cama - eu, MB e Dindi - e foi com muito esforço que acordamos no fim da tarde, prontos pra tomar um café.



Tinha tempo que eu estava curiosa para conhecer o Amika Coffehouse, que abriu aqui em Fortaleza tem pouco tempo, em frente ao Sorvete dos Deuses San Paolo. O ambiente é lindo, e eles me ganharam com o design dos produtos, do cardápio… Pena que a bateria do iPhone tinha morrido, e não pude registrar o momento. Pedi um nutelaccino (yes) com um bolo fofo de creme. Que bolo DELICIOSO! Eu amo comer bolo branco com capuccino, acho que eles nasceram um pro outro. Não achei o capuccino muito bom, na verdade, ele me ganhou pela Nutella. Para mim, capuccino não pode ser só um café com leite, tem que ter algo a mais, sabe? Mas o café do Marcelo com espuma de baunilha estava uma delícia!

Voltamos pra casa, enrolamos, enrolamos, e eu fui me arrumar para os 15 anos de uma aluna dele. Tinha feito escova no dia anterior, e seguindo o conselho da dona Julia Petit, cabelo que faz penteado é cabelo sujo. Então aproveitei a escova que tinha domado as minhas madeixas para fazer o ultimate truque de beauté: os cachos sem calor.

É assim:



Se não der pra entender no meu infográfico (hahaha), é só ver no youtube. Depois de algumas horas o cabelo está enroladinho, é só soltar! Passei um pouco de pomada em spray da Paul Mitchell para segurar mais. Me maquiei com toda calma, pensando em como eu teria sido mais feliz se blogs de beleza existissem na minha época de 15 anos, e com o pensamento reconfortante que se eu tiver uma filha, quando ela tiver na época dos 15 anos eu vou saber maquiá-la. Não sei porque penso esse tipo de coisa, mas enfim. Filha do futuro, vou saber te maquiar estilo 2013, não me julgue se a moda for uma coisa meio absurda e as minhas habilidades tenham se tornado ridículas.

Tirei esse vestido que tinha comprado em Buenos Aires mas quase nunca tenho a oportunidade de usar, e tive que encarar a sapatilha por motivos de pé podre. Me frustra não poder usar salto, mas viver numa terra de baixinhos tem suas vantagens, porque embora menos elegante, ainda continuei alta.


A debutante estava linda, de vestido pink e luvinhas, dançando valsa com seu pai, e fazendo um discurso lindo para a sua mãe. 8 anos depois do meu ano dos 15 anos, é engraçado ver como algumas coisas não mudam. A valsa, os dois vestidos, a boate, a excitação de estar ali, de ter uma festa sua! E de todos os seus amigos bem vestidos, os meninos de camisa social. A paquera e a tensão do - será que ele vem? A Ingrid, uma amiga minha, dançou com seu namorado de poucos meses, todo vestido de príncipe. 10 anos depois eles se casaram. Na minha festa, não teve valsa, não teve príncipe (embora tenha tido a tensão de esperar que minha paixonite aparecesse), mas mesmo assim, foi tão boa. É tão bom ter 15 anos. E melhor ainda é ter 23.

Terminei o dia vendo as tias, sempre elas, dançando animadas que tonight's gonna be a good night, enquanto os jovens ficavam observando meio constrangidos. Mas aí, tal como Cinderela, deu meia noite, e o dia 4 de Maio de 2013 não interessa mais aqui. Agora, só ano que vem.

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Esse post faz parte de um projeto/meme da máfia chamado Um Dia, no qual descrevemos tudo que aconteceu no dia 4 de maio de 2013. As meninas fizeram no ano de 2012 também, mas eu não participei... Veremos como será meu dia em 2014!

Lançamento InVoga #17 no Complexo Central do Corpo


Ontem foi o lançamento da tão esperada nova edição da revista inVoga, nossa revista super orgulho Made in Ceará. Acompanhei pelo instagram o fechamento da edição, além das fotos lindas divulgadas pela it-blogger (e capa!) Thassia Naves. A expectativa era grande, mas agora que finalmente tenho a revista posso dizer: parabéns, equipe! Trabalho incrível! Mas vamos lá falar do evento? 


Eu e as queridas Dani Holanda e Ana Flávia Sanford (@flavinhaassis)

A festa aconteceu no Complexo Central do Corpo. É pouco dizer que é uma mega academia: muito mais do que isso, é um espaço que engloba também saúde, estética, gastronomia, decoração e moda! E para fazer um projeto desse tamanho dar certo, só pode ter muita coisa boa, não é? Fiquei encantada pelo ambiente, louca para ir a algumas aulas (enquanto estávamos lá, tinha uma turma animadíssima de aeróbica dançando Beyoncé! Já posso querer me matricular?). E com o calor que está fazendo na cidade, tive que ter muito auto controle para dizer não aos churros que estavam rolando na festa - mas pelo menos pude me refrescar tomando um picolé Selecto. Delícia, poucas calorias e gosto de gordice, haha! Win-win situation.


Mas voltando para a revista: pudemos participar de um talkshow com a presença das lindas Lelê Saddi e Mica Rocha, do We Pick, e a Heleninha Bordon. Muito, muito fofas e simpáticas, falaram um pouco sobre o trabalho, sobre viagens e inspirações. As meninas do We Pick também comentaram sobre a parceira com a inVoga, e a Helena sobre a experiência do shooting e entrevista para a revista (entrevista aliás feita pelo meu super amigo e orgulho, Gabriel Sanchez). A Heleninha ainda disse que vai para Paris em breve, mas que, estando lá, prefere usar roupas brasileiras! Fofa demais ela, juro. Pena que a conversa acabou super rápido!

Depois da conversa, corri para dar um abraço e tirar foto com as lindas :)
Dá até um pouco de vergonha de ficar no meio delas, hahahaha.



Lindas demais, afff.
Obs: nunca tinha notado como eu era alta, hahah









25 anos. Mora no Rio de Janeiro, é carioca de alma, mas cearense de coração. É designer e está tentando se encontrar nesse mundo. Sou casada com meu melhor amigo, o Marcelo Bernardo, e mãe da Dindi the Boston.

Gosto de ler, de dormir de rede, de inspirações repentinas e de petit gateau. Mas o mundo seria muito melhor sem aliche gente que fura fila. Ah, e de vez em quando eu desenho.

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